AMARN publica nota de repúdio

O bom jornalismo prima pela checagem da notícia antes de sua divulgação. A infeliz informação de que a médica pediatra Maria de Lourdes Mota, servidora da Maternidade Divino Amor, em Parnamirim, teria alguma ligação com o PDT, não é verídica.

A médica é concursada da prefeitura de Parnamirim desde 1997, matrícula nº 2717, esteve na data de hoje no seu expediente normal de Trabalho na Maternidade Divino Amor, nunca foi servidora do Estado do Rio Grande do Norte e não tem, nem nunca teve, ligação política em lugar algum. Ela exerce suas funções como médica lotada em hospital público, graças a aprovação em concurso.

A imprensa, de maneira apressada, tentou fazer uma ligação totalmente descabida de que a médica, pelo fato de ser casada com o Juiz Geraldo Mota, estaria ocupando cargo no hospital por determinação do PDT.

Essa tentativa de ligação é proposital e inverídica e já vem desde à data em que o magistrado, por força de sua obrigação constitucional, teve que proferir decisão que envolve ato da Câmara Municipal de Natal e do Ex- Prefeito de Natal Carlos Eduardo.

A informação veiculada traz uma preocupação a toda a magistratura potiguar, porque atinge, infelizmente, a dignidade do magistrado e do Poder Judiciário, e tentar curvar toda instituição a pessoas que manifestam parcialidade na divulgação de informação, o que será objeto de exame em sede própria.

O Juiz Geraldo Mota está na magistratura potiguar há 15 (quinze) anos, e sempre foi reconhecido como um magistrado sério, íntegro e competente, que abrilhanta o nosso Poder Judiciário. Não merece essas agressões indevidas.

Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte

 

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