Câmara de Conciliação do TJRN realiza acordo envolvendo o extinto Bandern

A Câmara de Conciliação do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte começou o mês de agosto com o registro de mais uma conciliação e com uma razão que justificou a comemoração das partes envolvidas na demanda: um acordo firmado em uma ação que envolvia o extinto Bandern, banco que parou suas atividades no Estado em 20 de setembro de 1990.

A audiência, presidida pela juíza Lindalva Medeiros, obteve um entendimento entre a Empresa Gestora de Ativos do RN (Engern), que administra o acervo da extinta instituição financeira, e o engenheiro Manoel Gomes Filho, que era mutuário de um contrato de financiamento habitacional.

“Eu tinha pago tudo ao meu ver e recebei uma cobrança de um saldo residual. Ingressei judicialmente e chegamos hoje num acordo bom para ambas as partes”, comemora o engenheiro, ao lado se seus advogados.

De acordo com a juíza, ainda é muito difícil a luta contra a cultura do 'enfrentamento', mas, a cada dia, em cada acordo, essa realidade pode ser mudada. “O nordestino tem aquele ditado de quando entra numa briga, vai até o fim. É preciso enfatizar que a pacificação é mais importante”, avaliou a magistrada, logo após o acordo ser assinado.

As partes preferiram não destacar os valores relacionados ao acordo, mas o mutuário poderá negociar ou residir na casa – objeto do contrato – localizada no bairro Cidade Jardim.

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