Justiça na Praça marca 121 anos do TJRN

O clima nublado e de chuvas rápidas não atrapalhou a realização de mais uma edição comemorativa do programa 'Justiça na Praça', que aconteceu, na Praça 7 de setembro, na manhã desta quinta-feira, 4 de julho, data em que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte completa 121 anos de existência.

Esta é a segunda vez que os coordenadores do Programa comemoram o aniversário do TJRN utilizando os serviços oferecidos pelo Justiça na Praça.

Segundo a coordenadora geral do projeto, desembargadora Maria Zeneide Bezerra, que também é responsável pelo Núcleo de Projetos Socioambientais do TJRN, a edição comemorativa é uma forma de se realizar o aniversário da Corte “com o povo”, que precisa do atendimento do Judiciário.

“Inclusive hoje [quinta-feira] estamos lançando o programa Conheça seu Direito, que nasceu após observarmos que o cidadão não sabe consultar seus próprios direitos. E, nesta edição, o foco vai ser voltado ao reconhecimento de paternidade”, comentou a desembargadora.

Contando a desta quinta-feira, são seis edições especiais, incluindo a do ano passado, quando o Justiça na Praça também foi realizado no aniversário do Tribunal de Justiça. Além das edições especiais, são 31 que já aconteceram em todo o Estado.

“Estamos mostrando um Judiciário inovador, moderno, que sai dos gabinetes e vai até às praças, escolas e que se preocupa com questões ambientais. Foram mais de um milhão de pessoas atendidas nessas edições do Justiça na Praça”, destaca a desembargadora Zeneide Bezerra, em tom de entusiasmo.

Serviços

A coordenadora geral ainda explica que esta edição dos 121 anos se trata de uma edição resumida do Programa, desde o horário de realização, que começou às 8h, com previsão de término às 14h, até o número de serviços. De acordo com ela, a edição desta quinta-feira se concentra em oferecer os serviços próprios do Judiciário, como o Plantão jurídico, que atende desde a homologação de divórcios, reconhecimentos espontâneos de paternidade e retificações de registros de nascimento, entre outros.

“O cidadão já sai com o problema resolvido”, comenta a juíza Leila Nunes. “O processo nasce e morre no mesmo dia. É o ideal da celeridade”, completa o juiz Undário Andrade.

Além do plantão, a edição também realizou o tradicional casamento comunitário e gratuito, para os casais que buscaram os cartórios previamente, através do qual 80 noivos disseram um 'sim' coletivo. Estandes do Noade – Núcleo de Orientação e Apoio ao Dependente Químico de Natal, da Ouvidoria e da Corregedoria, bem como de faculdades particulares de Natal e stands da OAB também fizeram parte da edição comemorativa.

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