Entidade recebe doação de peças de roupas que estavam no Depósito Judicial

Bolsas, sapatos, blusas, vestidos, calças, tênis, sandálias, camisas, bermudas e outros tipos de peças de vestuário foram doados pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) ao Armazém da Caridade, entidade filantrópica com 17 anos de atuação no Rio Grande do Norte. O total de objetos chega a 748 peças que serão entregues a pessoas residentes em comunidades de baixa renda do município de Extremoz. O ato aconteceu nesta quinta-feira (6) no Depósito Judicial, em Candelária, com a presença do presidente do Tribunal, desembargador Aderson Silvino, e do diretor do Foro da Comarca de Natal, juiz Mádson Ottoni.

“Vivemos um momento de mudança de paradigma no Judiciário potiguar, que está se reciclando, abrindo suas portas com transparência e mostrando à sociedade como funciona e por isso desejamos, cada vez mais, aproximar o cidadão do Poder Judiciário”, observa o desembargador Aderson Silvino. E o caminho, segundo o presidente, é poder destinar vários objetos considerados inservíveis pela Justiça mas que farão a diferença na vida das pessoas mais simples. “Nossa meta é torna o Judiciário uma instituição pública a serviço do cidadão”.

O presidente do Armazém da Caridade, Manoel Lopes, mencionou que as peças serão distribuídas nas comunidades Irã, Iraque e Malvinas, situadas no município de Extremoz, na Grande Natal. Ele explicou que a marca da entidade é a da credibilidade e a de não receber dinheiro de qualquer tipo - o Armazém só trabalha com doações. “Quando nos procurou para tratar da doação, o juiz Mádson Ottoni já conhecia nossa maneira de atuar, o que nos deixa satisfeitos e gratos ao Poder Judiciário pela doação”, salienta o dirigente da instituição. Lopes lembrou que as crianças das comunidades aguardam com ansiedade a chegada dessas peças de roupa.

“Estamos realizando um trabalho que além de cunho social também envolve a organização do material que encontra-se no Depósito Judicial”, destaca Mádson Ottoni. Esses itens entregues ao Armazém, explica o magistrado, são bens apreendidos pela Justiça e que integram processos já concluídos. Ao longo da atual gestão do TJRN, lembra o diretor do Foro das Comarcas de Natal, será desenvolvido um trabalho de organização do acervo presente no local, o que vai permitir a possibilidade de outras doações a entidades.

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