TJRN estimula prática da conciliação entre instituições financeiras e bancos

O Tribunal de Justiça potiguar deu mais um passo, na manhã desta terça-feira (21), no objetivo de ampliar a cultura da Conciliação no Rio Grande do Norte, por meio de uma reunião com executivos de instituições financeiras e bancos, que estão entre as maiores geradoras de processos.

Com o tema “Vamos Conciliar”, a reunião ocorreu no auditório do TJRN, e contou com a presença do vice-presidente do TJRN, desembargador Saraiva Sobrinho, da juíza diretora do Juizado Central, Sulamita Pacheco, além do desembargador aposentado Cristóvam Praxedes, coordenador do Núcleo de Conciliação do 2º Grau, e da juíza aposentada Lindalva Medeiros, que atua no núcleo.

“Queremos estimular a conciliação no 2º Grau”, pontua o desembargador Saraiva Sobrinho, que destacou que, atualmente, existem 5198 processos, em recurso no TJRN, ligados a instituições financeiras.

A juíza Sulamita Pacheco apresentou as experiências do Poder Judiciário potiguar aos representantes dos bancos e instituições, que conheceram as vantagens da prática da conciliação, como a economia para ambas as partes. De 2010 a 2012, foram mais de dois mil acordos no 1º grau de jurisdição, em processos ligados ao DPVAT.

“Precisamos vencer ainda algumas barreiras, mas o número de empresas tem crescido a cada ano”, avaliou a juíza, a qual ressaltou incentivos como o prêmio “Empresa Legal”, que dá destaque a empresas que mais realizam acordos nas ações promovidas pelo Judiciário, como a Cosern e o Banco do Brasil, que tem ampliado sua participação em eventos como a Semana da Conciliação.

“O Banco do Brasil ficou dez anos sem conciliar e voltou a fazer isso em uma das ações do TJRN. Isso nos motiva”, acrescentou a magistrada.

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