Bibliotecas do TJRN e do Fórum Seabra Fagundes atualizam acervos

A Biblioteca Desembargador Mattos Serejo, especializada na área jurídica que funciona no Tribunal de Justiça, e a Biblioteca Desembargador Aécio Sampaio Marinho, instalada no Fórum Miguel Seabra Fagundes, acabam de renovar seus acervos. Após passar por um processo licitatório, a compra resultou em um total de 675 livros livros para ambas as unidades.

Para a atualização do acervo, foi iniciada em março de 2011 uma pesquisa e coleta de sugestões entre os servidores, usuários em geral, nos gabinetes dos desembargadores, e entre os servidores das bibliotecas sobre quais livros têm maior demanda de atualização. Também foi feita uma estatística para saber quais os livros mais emprestados. Assim, estes foram os mais requisitados para atualizar o acervo.

A última atualização do acervo das duas bibliotecas data de 2010, e os usuários já vinham cobrando novos exemplares de livros jurídicos. Com a chegada das 675 unidades, já pôde ser constatado um aumento de 60% no número de empréstimos, além de observar um significativo crescimento de visitas à biblioteca Mattos Serejo.

A Biblioteca Desembargador Mattos Serejo também atualizou o seu Terminal de Consulta on line. Assim, está disponível o serviço de indexação de artigos que permite a visualização dos assuntos contidos em qualquer periódico jurídico. O trabalho de indexação teve início no ano passado e foi concluído no início deste ano. A biblioteca já conta com 5 mil artigos indexados.

Programa Biblioteca Jurídica

As bibliotecas do TJRN e do Fórum Seabra Fagundes também foram contempladas com o Programa Biblioteca Jurídica, que foi instituído pela Esmarn com o objetivo de aparelhar as diversas unidades jurisdicionais com acervo bibliográfico necessário ao desempenho da atividade diária de seus membros. O programa prevê uma verba de até R$ 2 mil a cada uma das unidades para esta finalidade.

Para aquisição das obras que comporão o acervo jurídico serão observadas as indicações de cada vara ou órgão contemplados pelo programa. Os titulares de cada unidade serão os responsáveis pela formalização das indicações.

A Portaria determina ainda que as obras e os demais componentes do acervo jurídico serão adquiridos por licitação, nos termos da Lei 8.666/93, e que não será admitida a cumulação de eventual saldo anual para o exercício seguinte.

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