Reestruturação do Arquivo e Depósito Judicial são metas do TJRN

Reorganizar o arquivo e o depósito judicial da Comarca de Natal para que o Tribunal de Justiça possa administrar melhor o espaço físico e obter controle sobre o que de fato existe no depósito é uma das prioridades do juiz Mádson Ottoni, diretor do foro da Comarca de Natal.

Atualmente, o Arquivo está superlotado com 25 mil caixas, abrigando aproximadamente 250 mil processos. O objetivo da Direção é fazer uma triagem, de modo a identificar quais processos devem ser preservados por sua importância história; quais podem ser incinerados; e quais devem ser digitalizados. O diretor acredita que parte desse material poderia, inclusive, ser doado para Universidades.

O trabalho de reestruturação do Arquivo não é fácil, e provavelmente uma empresa especializada deverá ser contratada pelo Tribunal de Justiça, através de licitação, para executar o serviço, explica o juiz. Entretanto, algumas medidas já estão sendo tomadas no sentido de limpar o Depósito Judicial e assim aumentar o seu espaço físico. A primeira delas será a destruição das máquinas caça-níqueis referentes a processos anteriores ao ano 2000.

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