Colégio de Presidentes de Tribunais de Justiça emite nota em defesa do STF

Reunidos em videoconferência, dirigentes de diversas instituições da área da Justiça demonstraram mais uma vez solidariedade ao Supremo Tribunal Federal e seus ministros. Juízes, advogados, juristas entre outras categorias reiteraram rejeição a tentativas de enfraquecimento e usurpação do papel constitucional da mais alta instância da Justiça brasileira e de seus membros. O Colégio de Presidentes dos Tribunais de Justiça (Codepre) também faz parte deste movimento e reforça de forma conjunta, com essas entidades, a defesa do Estado Democrático de Direito brasileiro, conquista histórica de toda a sociedade. O ato em defesa do Judiciário ocorreu nessa segunda-feira (8).

Leia a nota do Colégio de Presidentes dos Tribunais de Justiça AQUI.

“Ameaçar o STF, repetimos, é ameaçar todo o Poder Judiciário brasileiro e, por extensão, afrontar a cidadania”, enfatiza o presidente do Codepre, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha (TJMT), ao se solidarizar com o presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, e demais ministros da Corte. O posicionamento contundente contou ainda com a participação da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) e outras 200 entidades do segmento jurídico e da sociedade civil. A entidade representante dos magistrados emitiu nota em defesa da democracia e do Judiciário em razão dos recentes ataques ao STF e seus integrantes.

Ao final, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, agradeceu o apoio das mais de 200 entidades em defesa do Supremo e também da própria Democracia. Toffoli disse que o Poder Judiciário está sujeito a críticas e pode ser alvo de propostas de reestruturação por meio de projetos de lei, mas fechar o Supremo e demitir seus 11 ministros não se presta a nada.

Apoiam a iniciativa, a Ordem dos Advogados do Brasil, a Associação do Ministério Público, dos Procuradores da República, dos Magistrados da Justiça Federal e ainda a Federação Nacional dos Jornalistas, as quais reforçaram a necessidade de diálogo entre os poderes para superar não só a crise causada pela pandemia, mas também a crise da economia.

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