Desembargador Dilermando Mota destaca aprendizado e gratidão em dez anos de TJRN

Tempo de aprendizado ao analisar questões humanas, saber estar exposto à críticas e ter na gratidão o alicerce para a evolução pessoal e profissional. Assim, o desembargador Dilermando Mota, 67, resumiu sua trajetória de 39 anos na magistratura potiguar, sendo dez deles como integrante do colegiado maior da Justiça do Rio Grande do Norte. A primeira data foi comemorada em 25 de setembro e o decênio como membro do TJRN, na terça-feira, 22 de outubro. Na sessão do Pleno, desta quarta-feira (23), o magistrado de segundo grau aproveitou para agradecer a Deus, aos amigos de todas as horas, colegas de Plenário, auxiliares do gabinete, servidores do Poder Judiciário e aos terceirizados.

Dilermando Mota lembrou que o colega, desembargador Amílcar Maia, chegou a desembargador exatamente um ano antes dele. Agradeceu ao pai do magistrado, desembargador aposentado Deusdedit Maia. “Ninguém caminha sozinho ou realiza nada sozinho”, frisou Dilermando Mota ao lembrar que apesar de ter nascido em João Pessoa, é cidadão potiguar, cujo título recebeu da Assembleia Legislativa do RN. Falou em contentamento e gratidão. Aos pares, destacou que estes, pelo voto, permitiram que ele chegasse até aqui.

O magistrado lembrou ainda dos desafios assumidos como presidir duas vezes a 1ª Câmara Cível (atualmente é o presidente do órgão julgador), do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), também pela segunda vez e a Presidência do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN), durante dois anos, e na qual concluiu o trabalho de seus antecessores, inaugurando a nova sede da Corte Eleitoral. Falou nos filhos, na missão de julgar e enumerou amigos como o advogado Josoniel Fonseca e o juiz federal Ivan Lira de Carvalho, dentre tantos outros.

Aos desembargadores João Rebouças, Amílcar Maia, Amaury Moura e Claudio Santos, agradeceu pelo apoio desde que chegou ao TJ. Lembrou dos membros da Corte aposentados Aderson Silvino e Rafael Godeiro. E destacou que como seres humanos, por mais alta que seja a missão, todos estão sujeitos à exposição, à crítica e às provas das mais diversas possíveis. Por isso é preciso conjugar humildade e sabedoria para a boa condução dos atos.

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