Desembargador Saraiva Sobrinho é homenageado pelos 10 anos a frente do Novos Rumos

O desembargador Saraiva Sobrinho foi homenageado na manhã de hoje (18), na sala de reuniões da Presidência do Tribunal de Justiça, em virtude dos 10 anos em que esteve à frente do Programa Novos Rumos na Execução Penal.

A solenidade contou com a presença do presidente do TJRN, desembargador João Rebouças, do novo presidente do Novos Rumos, desembargador Glauber Rêgo e dos desembargadores Cláudio Santos, Gilson Barbosa, Ibanez Monteiro, Vivaldo Pinheiro e Cornélio Alves. Além do juiz Gustavo Marinho e da servidora Guiomar Veras, coordenador e assessora do programa, respectivamente.

O presidente do Tribunal de Justiça ressaltou a importância do Novos Rumos e reiterou que a administração do Poder Judiciário está a disposição da equipe e seus projetos. “Agradecemos por todo o serviço prestado, um bom trabalho é feito por duas, quatro, seis mãos, é um trabalho de equipe, mas que foi muito bem conduzido pelo desembargador Saraiva”.

“O sentimento é de dever cumprido, mas não totalmente, porque ainda tem muito o que se fazer, o Novos Rumos é um programa que perdura no tempo e no espaço, principalmente quando ele abraça a metodologia da execução de pena chamada APAC. Estou muito feliz por essa mudança, já era tempo de alguém assumir o comando, o desembargador Glauber o fez em boa hora”, comentou o desembargador Saraiva Sobrinho. Ele se disse surpreso e feliz com a homenagem.

O juiz Gustavo Marinho pontuou que o desembargador Saraiva esteve a frente do projeto desde a sua criação. “Desde que ele assumiu, foi o timoneiro de todas as ações, todas as conquistas e batalhas junto com a equipe do programa,desenvolvendo todas essas ações”.

Dentre as ações que foram realizadas em uma década, o juiz destacou em seu discurso de agradecimento a instalação da primeira APAC do Nordeste, sediada em Macau; a absorção de 257 homens do sistema penitenciário nas obras da Copa do Mundo de Futebol em Natal; qualificação profissional de cerca de dois mil apenados através de cursos; campanha “Doe um livro e liberte um cidadão” para organização de bibliotecas nas unidades prisionais do RN; formação de turmas de Justiça Restaurativa, por meio da formação de servidores e voluntários como facilitadores; da preocupação com a questão de gênero e sua repercussão no espaço do cárcere, com os programas Mulheres Mil e Mulheres Mãos que constroem.

 

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