Esmarn: orientador realiza avaliação das defesas de TCC por videoconferência

A inovação tem sido uma das marcas da Escola da Magistratura do Rio Grande do Norte (Esmarn) durante este ano. Com o desenvolvimento de novas tecnologias e sua aplicação em diversas áreas, torna-se possível inovar na forma de promover educação. Nesse sentido, o Programa de Pós-Graduação Lato Sensu da Escola passou a incluir o uso de videoconferência nas bancas de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). Na última sexta-feira (9), o Programa realizou a experiência com esse tipo de avaliação, na qual o professor José Albenes (orientador dos trabalhos realizados) participou das bancas a distância.

O presidente da banca, Nilo Ferreira, relatou a importância dessa ação, visto que a tecnologia contribui para a evolução da didática e dos métodos pedagógicos da academia. “Isso traz a presença do ausente, pois possibilita às pessoas que não estão presentes fisicamente o acompanhamento do que passando na banca, diminuindo a distância entre orientador e orientando. A vida hoje gira em torno da tecnologia e favorece também à educação, melhorando a experiência de todo o processo”, relatou.

O uso dessa ferramenta, disciplinado por meio da Resolução nº 1/2019, deliberada pelo Colegiado de Pós-Graduação da Esmarn, traz para o orientando a possibilidade de ser avaliado por profissionais de todo o país, com o intuito de expandir, aprimorar e aperfeiçoar a realização das defesas.

Segundo a avaliadora interna Elanne Canuto, “a Esmarn tem avançado nessa área de trazer a utilização dessa tecnologia e enriquecer a formação das pessoas; e agora abre um leque de possibilidades muito grande para a realização das bancas”.

A avaliadora comenta sobre a satisfação em participar das bancas de TCC da pós-graduação em Processo Civil e elogia o nível dos trabalhos. “O tema central foi mediação e conciliação e foram quatro trabalhos riquíssimos que trazem contribuições teóricas e práticas para mudanças de atuação do profissional do sistema de justiça.”

Para o orientando Otávio Góis – o qual apresentou trabalho sobre a conciliação como método de resolução de conflitos –, a experiência foi boa e o deixou mais à vontade durante a explanação do seu trabalho. “Às vezes, muita gente na sala durante a defesa causa insegurança, lapso de memória e esquecimento, prejudicando o desenrolar da sua defesa. A experiência trouxe, pessoalmente falando, mais tranquilidade na apresentação do meu trabalho”, relatou.

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