Celeridade da Câmara Criminal é explicada a estudantes de Direito

O presidente da Câmara Criminal do TJRN, desembargador Gilson Barbosa, explicou para estudantes do curso de Direito da UNI-RN, presentes na sessão ordinária desta terça-feira (11), o ritmo célere dos julgamentos realizados pelo órgão da Corte potiguar. O esclarecimento foi dado em tom otimista, já que a celeridade aplicada aos Mandados de Segurança, Habeas Corpus, dentre outros recursos e remédios judiciais, tem sido cada vez mais crescente, conforme os integrantes do órgão, em virtude de medidas consideradas essenciais e também aplicadas nas demais Câmaras e no Pleno.

 “Estamos usando de todas as ferramentas, como internet e novos recursos digitais, bem como a disponibilização antecipada dos votos para cada desembargador”, esclareceu Gilson Barbosa ao se dirigir aos estudantes, presentes no auditório da Câmara Criminal.

“Fazemos questão de explicar para que entendam que não existe qualquer tipo de falta de apreciação dos demais desembargadores, quando do voto de um colega, ou uma concordância burocrática apenas para apressar a sessão. Não é isso. Os votos são todos disponibilizados antecipadamente, como uma medida de aplicar celeridade”, esclarece o presidente da Câmara Criminal.

O magistrado ainda destacou estudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a qual já atestou que se o Poder Judiciário não recebesse mais processos, ainda teria julgamentos pelos próximos cinco anos, diante da elevada demanda. “Por isso, tudo que for possível aplicar de melhoria, faremos. Isso, porque a sociedade não se preocupa tanto no absolver ou condenar, atender ou negar o pedido. Ela pede que o Judiciário seja célere e decida”, conclui Barbosa.

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