Tribunal de Justiça assina convênio para criação de Centro de Conciliação no UNI-RN

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, a Escola de Magistratura do RN (Esmarn) e o Centro Universitário do Rio Grande do Norte (UNI-RN) firmaram hoje (10) convênio para instalação de um Centro Judiciário de Solução de Conflitos (Cejusc) dentro das instalações físicas do núcleo de prática jurídica da instituição.

A assinatura contou com a presença do presidente do TJRN, desembargador Expedito Ferreira; do diretor da Esmarn, desembargador Cláudio Santos; do presidente do O Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), desembargador Cornélio Alves; do presidente da Liga de Ensino do Rio Grande do Norte, Manoel de Brito; do reitor do Centro Universitário, Daladier da Cunha Lima; além das coordenadoras dos três cursos que serão diretamente beneficiados com a criação do Cejusc: Direito, Psicologia e Serviço Social.

O objetivo do convênio é capacitar alunos, docentes e funcionários da instituição para atuarem enquanto conciliadores e facilitadores de círculos de justiça restaurativa. "Isso é o Tribunal de Justiça que se prepara junto as universidades do estado para a justiça do futuro, que é a justiça conciliativa e restaurativa", comentou o presidente Expedito Ferreira.

O reitor Daladier da Cunha Lima, considera que o convênio traz benefícios para todas as partes envolvidas. "Nós ficamos muito contentes com essa assinatura. É um beneficio para nossos alunos de Direito, Psicologia e Serviço Social, eles irão participar de algo moderno no sentido de evitar uma demanda judicial quando pode anteriormente solucionar o conflito", comentou.

A diretora do curso de Direito, Úrsula Bezerra, reiterou a importância da criação do Centro, tanto para os alunos, quanto para a sociedade. "É com muita alegria que o curso de Direito recebe essa iniciativa, nós seremos o Cejusc UNI-RN, nosso núcleo de práticas jurídicas sera uma referência nos métodos alternativos de resolução de conflitos", comentou a professora.

"Os nossos alunos serão capacitados pela equipe do Tribunal de Justiça e pelos nossos docentes e com certeza isso será um grande aprendizado para eles, sem sombra de dúvidas, com nossos alunos capacitados e com nossos professores e advogados dentro dessa ideia de mediação dos conflitos sem a judicialização, o jurisdicionado também será beneficiado. Então, academicamente será importante, além de ser uma ação muito importante de responsabilidade social", concluiu.


 

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