Corregedoria Geral de Justiça presente a encontro que trata de serviços prestados por cartórios

O Conselho Nacional de Justiça realiza nesta quinta-feira (7), o I Encontro de Corregedores do Serviço Extrajudicial, realizado pela Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ). “Estamos na capital federal, discutindo a unificação desses serviços para que seja alcançada uma prestação de serviço ao cidadão, mais rápida, segura e eficiente”, observa juíza corregedora auxiliar Fátima Soares, que representa a corregedora geral do TJRN, desembargadora Zeneide Bezerra no evento, em Brasília. Um dos pontos em discussão é o avanço dos meios eletrônicos no universo dos cartórios brasileiros.

Acompanhada do assessor técnico da Corregedoria, Ricardo Luz, a juíza lembra que o evento é coordenado pelo corregedor nacional de Justiça, João Otávio Noronha. A iniciativa pretende fortalecer a parceria entre as corregedorias estaduais e as instituições que representam os serviços extrajudiciais."É preciso modernizar o ambiente extrajudicial com a implementação  de sistemas eletrônicos compartilhados, abolindo-se os registros por meio de arquivos em papel", destaca a juíza potiguar.

Todas as corregedorias dos TJs estão representadas no encontro. Participam do evento, dirigentes de instituições como a Associação dos Notários e Registradores do Brasil, do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil, do Instituto de Protesto de Títulos do Brasil e Colégio Notarial, entre outras entidades. Fátima Soares acrescenta que as regulamentações de registros eletrônicos é um caminho sem volta. Tribunais e as Serventias terão de se modernizar para atenderem os pleitos e demandas da sociedade neste segmento. "Esses novos procedimentos irão diminuir a judicialização, desafogando o Judiciário", opina a corregedora auxiliar do TJRN.

“Esse encontro se assemelha ao que a Corregedoria Geral de Justiça realizou em junho, em Mossoró, uma boa prática que o CNJ e a Corregedoria Nacional de Justiça aprovaram”, observa a juíza Fátima Soares. Para ela, as reflexões e troca de experiências entre tabeliãs e magistrados evitam os males da burocracia, que dificultam avanços na prestação de serviços à população.

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