São Gonçalo do Amarante recebe "Justiça e Escola" com a formação de 146 professores

O Programa Justiça e Escola encerrou suas atividades no município de São Gonçalo do Amarante, na última quarta-feira (01), com um evento realizado no Teatro Municipal Poti Cavalcante. Participaram do evento o coordenador administrativo do Justiça e Escola, Paulo Sérgio Souza Silva; além de autoridades locais como o prefeito Paulo Emídio; a promotora de justiça vinculada à comarca, Rosane Cristina; e o secretário municipal de educação, Abel Neto. Na cidade da Grande Natal, 146 educadores participaram da formação do programa do TJRN.

Após a apresentação de grupos de danças folclóricas do Centro Municipal de Ensino Dom Joaquim Almeida, o coordenador do projeto, Paulo Sérgio, fez questão de destacar “a visão humana e contemporânea do prefeito ao priorizar em sua gestão a cultura e a área de educação”. Ele também ressaltou que projetos como Justiça e Escola “preparam os profissionais da classe para superar dificuldades do contexto atual”, pois mediante diálogo e respeito, propiciam entendimento diante do cenário político conturbado que tem gerado tantas divergências.

O prefeito explicou que sua administração está “voltada para formação e aperfeiçoamento dos profissionais da educação”, de maneira que a metodologia “o caráter conta e seus pilares são uma parceria para investir no trabalho professores, já que o crescimento profissional, assim como o conhecimento, não tem limites”.

Dentre os trabalhadores da educação que participaram do programa de formação, José Denílson, professor de ciências da escola municipal Doutor Roberto Freire, acredita que a maior contribuição do programa será no “na preparação de planos pedagógicos que contemplem essa metodologia ao traçar suas ações anuais e semestrais”. Ele enxerga plenas possibilidades de incorporar o conteúdo dos programas em relação aos estudos de meio ambiente. Para o educador “todos os pilares do caráter têm larga aplicação prática pela interdisciplinaridade que possuem, mas respeito e ética são chave para as ciências ambientais”.

Janaína Franco, coordenadora da escola Dom Joaquim Almeida considerou o projeto bastante importante, percebendo “claras possibilidades de incluir os conteúdos trabalhados, relacionados ao caráter, em atividades diárias de sala de aula”. Ela pretende alcançar bons resultados junto aos alunos e também suas famílias “através ações que ultrapassem os limites institucionais e muros da escola”.

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